domingo, 25 de abril de 2010

Olimpíadas da Física - Escalão A e B - Fase Regional

As provas regionais decorreram ontem, 24 de Abril, no Instituto Superior Técnico do TAGUS PARK.

A equipa do Escalão A, constituída pelas alunas Joana Pinho, Jessica Jesus e Tong Yang do 9º ano turma C,foi acompanhada pelo professor Luís Conceição.

A avaliar pela foto a equipa está divertida.

Parabéns a todos os participantes.


O Escalão B (11º ano) também marcou presença. Neste escalão participaram os alunos Ana Farlens do 11º C3, Daniela Jeremias e Bruno Prazeres do 11º C2, acompanhados pela professora Manuela Azevedo. Na foto já só temos o Bruno acompanhado pela professora.




Parabéns a todos os participantes.

domingo, 18 de abril de 2010

Olimpíadas da Química Junior - Fase Regional


Decorreram ontem no Instituto Superior Técnico.

A equipa constituída por Joana Pinho, Jessica Jesus e Tong Yang do 9º C foi acompanhada pela professora Maria Ana Azinheira.

Parabéns às participantes.

Olimpíadas de Astronomia - Fase Regional


Decorreram no dia 14 de Abril na Faculdade de Ciências de Lisboa.
Os astrónomos da Ferreira Dias marcaram presença.
A equipa, constituída por Bruno Prazeres da turma C2 do 11º ano, Daniel Almeida, Joana Mendes, João Cunha e Rosana Silva do 11ºC3 foi acompanhada pela professora Guilhermina Bento.

Parabéns a todos os participantes.

sábado, 10 de abril de 2010

Medalha de Bronze para a FERREIRA DIAS - XXVIII Olimpíadas Portuguesas de Matemática – Final Nacional




Parabéns ao aluno Rodrigo Lopes do 9º C, pelo excelente desempenho na Final das XXVIII Olimpíadas Portuguesas de Matemática , ao ganhar a medalha de bronze da Categoria A.

O Rodrigo concorreu com mais 29 alunos de todo o país, tendo as provas decorrido entre 25 e 28 de Março na Escola EB 23 de Santa Clara - Évora.


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segunda-feira, 5 de abril de 2010

O CERN na Ferreira Dias


Visitámos o CERN (e Genebra) com o 11º C3 e gostámos muito.
Aprendemos algumas coisas sobre o CERN e sobre o modo como a investigação é feita. Isto estaria ao nosso alcance sem ser necessário lá ir – um livro ou um documentário dar-nos-iam a mesma informação ou talvez até mais. Mas ter lá estado é outra coisa. Foi mais do que apenas ver e ouvir. Foi sentir e foi viver no CERN (ainda que só parte de um dia)! As experiências de almoçar num dos restaurantes entre um mar de gente de tantas nacionalidades; de percorrer alguns dos corredores cruzando-nos com pessoas sabe-se lá de onde; de caminhar pelas ruas com nomes de cientistas e cruzarmo-nos com uma desconhecida que nos saúda em português; de cruzar a fronteira com a França várias vezes no mesmo dia e a pé; de olhar em redor e ver uma paisagem rural com montes cobertos de neve ao fundo; foram pequenas experiências mas que muito contribuíram para a “imagem” que construímos do CERN.
Fica-nos também, claro, a enorme dimensão das coisas, de onde se destaca o LHC com 27 km de circunferência, 100 m sob o solo, comunicando aqui e acolá com edifícios à superfície onde se trabalha, por turnos, dia e noite!
Se o CERN fosse cá, com os 27 km de túnel construídos no concelho de Sintra e a Ferreira Dias uma das instalações de alojamento de experiências, como seria? A imagem, obtida do Google Earth, talvez nos ajude a ter uma ideia do LHC – com a Ferreira Dias e a vila de Sintra diametralmente opostas, passando a circunferência pela estação de comboios do Telhal e perto da Base Aérea de Sintra.

Professores Ana Almeida e Carlos Almeida

terça-feira, 30 de março de 2010

Maior acelerador de partículas começou a fazer física a sério - LHC regista as primeiras colisões a altas energias



À terceira tentativa feita esta manhã, Large Hadron Collider (LHC), o maior acelerador de partículas do mundo, em Genebra, registou as primeiras colisões de partículas a sete teraelectrões-volt. Os seus dois feixes de protões – cada um com 3,5 teraelectrões-volt , ou TeV – encontraram-se finalmente no acelerador de partículas, um túnel em forma de circunferência com 27 quilómetros, e fizeram as primeiras colisões por volta do meio-dia (hora de Lisboa) a altas energias.

“Agora estamos em colisão. Os detectores estão a recolher dados continuamente”, disse Steve Myers, director de aceleradores e tecnologia do Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), em Genebra. “Estamos todos muito emocionados e felizes.”

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Colaboração portuguesa

A colaboração com o CERN, do qual Portugal é dos países fundadores, permitiu já a formação avançada de engenheiros portugueses - cerca de 140 em dois anos, de outros cientistas, tendo a própria construção da máquina contado com a participação de várias empresas nacionais.

O investimento directo no LHC foi de quatro mil milhões de euros, divididos pelos 20 países fundadores, entre os quais Portugal, tendo o custo dos quatro detectores sido de metade do da máquina e distribuído por mais países.

Gaspar Barreira, presidente do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), resume: "É muito dinheiro, mas é o equivalente ao custo de um submarino nuclear, e há centenas, é o equivalente a dez 'Destroyers' da marinha portuguesa, e penso que é um objecto mais útil do que aquilo que acabei de citar".

Ciência Hoje

Experiência do CERN foi seguida em directo no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa

segunda-feira, 29 de março de 2010

"Fisica (quase) à velocidade da Luz": Primeiras colisões no LHC em directo no Pavilhão do Conhecimento


Amanhã, Terça-feira, dia 30 de Março, o CERN (Laboratório Europeu de Física de Partículas) vai testar em condições reais o maior acelerador de partículas do mundo: o LHC.

Os feixes irão circular em sentidos contrários, de forma a fazer colidir as partículas em locais específicos. Dessas colisões resultará a maior concentração de energia jamais alcançada pelo Homem.

O Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva estará em ligação permanente com o Centro de Controlo do CERN para transmissão em directo dos testes do LHC.

No auditório, presencialmente, físicos portugueses de altas energias irão comentar a transmissão ao longo do dia. Gaspar Barreira (LIP), Jorge Romão e Gustavo Castelo Branco (Centro de Física Teórica de Partículas, IST), Augusto Barroso (Centro de Física Teórica e Computacional, UL) e Jorge Dias de Deus (CENTRA, IST) são alguns dos físicos que responderam ao desafio de nos ajudar a compreender a importância destes testes e das experiências previstas no LHC para o nosso conhecimento da Física e do Universo.

Os investigadores Ana Henriques (CERN) e André David (LIP) participam por videoconferência a partir do CERN.

O LHC é constituído por um anel de 27 quilómetros de circunferência na fronteira franco-suíça, a 100 m de profundidade, refrigerado à temperatura de -271,4 ºC, muito próximo do zero absoluto. Em laboratórios subterrâneos ao longo deste anel estão instalados quatro grandes conjuntos de detectores (ALICE, ATLAS, CMS e LHCb), onde vão ocorrer colisões entre protões deslocando-se a uma velocidade muito próxima da velocidade da luz no vácuo, cerca de 300.000 quilómetros por segundo.

Em todo o mundo os físicos aguardam com expectativa os resultados dos testes para poderem dar início às suas experiências. O caso não é para menos, pois espera-se com o LHC tentar recriar as condições de temperatura e densidade de energia existentes no início do Universo, há cerca de 13,7 mil milhões de anos.

Para além do conhecimento, que poderemos alcançar com estas experiências? Os físicos respondem.

Participe na sessão no auditório do Pavilhão do Conhecimento ou assista à transmissão em directo através da Ciência Viva TV (http://www.cvtv.pt) a partir das 07h30m da manhã.

Programa completo na página web da Ciência Viva.

segunda-feira, 22 de março de 2010

XXVIII Olimpíadas Portuguesas de Matemática – Final Nacional


A Final Nacional decorrerá de 25 a 28 de Março na Escola EB 23 de Santa Clara - Évora

Da nossa escola foi seleccionado o Rodrigo Lopes do 9º C.

Votos de uma boa participação!

domingo, 21 de março de 2010

O CERN e a bola de ping-pong


Entre 18 e 21 de Fevereiro de 2010 tivemos o prazer de acompanhar o 11º C3 na sua visita de estudo ao CERN e a Genebra.
Foram 4 dias cheios e cansativos, felizmente com menos frio e chuva do que se esperava, e certamente 4 dias a não esquecer.
De entre as muitas coisas que poderíamos contar, escolhemos uma curiosa situação contada por quem nos guiou a visita no edifício SM18. Neste edifício testam-se os módulos que são colocados uns a seguir aos outros de modo a perfazer a circunferência de 27 km do LHC. Cada um destes módulos é um cilindro pintado de azul com aproximadamente 1 m de diâmetro e vários metros de comprimento (cerca de meia carruagem de comboio) e que custa tanto como um Rolls Royce. É dentro destes cilindros que se criam as condições para a progressão dos feixes de partículas – um ambiente mais frio e vazio que o espaço interestelar. Ao serem arrefecidos, estes cilindros contraem-se (é o vulgar fenómeno da dilatação) de onde resulta uma diminuição de 80 m nos 27 km de circunferência. Por esta razão, a união entre os tubos por onde circulam os feixes de partículas é assegurada por lâminas metálicas que envolvem e apertam a extremidade de um dos tubos mas permitem que este deslize no sentido do comprimento (ver fotos).
Aconteceu que, após se ter completado o LHC e realizado todo o processo de arrefecimento, o feixe de partículas injectado num dos tubos não progredia como esperado. As partículas colidiam com um objecto no seu caminho: era uma das referidas lâminas que se tinha torcido para o interior do tubo. O defeito era simples de reparar mas em qual das uniões entre os tubos ao longo de todo o comprimento do tubo se encontrava o problema? É aqui que surge a bola de ping-pong! Alguém teve a ideia de colocar um pequeno emissor rádio dentro de uma bola de ping-pong e depois fazê-la percorrer o interior do tubo (impelida por ar comprimido) até ela se deter na lâmina que obstruía o caminho.
Achámos a situação divertida mas também ilustrativa de como a Física progride – com equipamentos por vezes muito dispendiosos e complexos mas sobretudo com boas ideias!
(Relatamos a situação de como nos recordamos de a ter ouvido, esperamos não ter cometido incorrecções).
Professores Ana Almeida e Carlos Almeida

@ @rrob@ electrónic@


De onde vem o misterioso sinal @, a que os portugueses chamam «arroba», os norte-americanos e ingleses «at», os italianos «chiocciola» (caracol) e os franceses «arobase»? Porque razão foi ele escolhido para os endereços de correio electrónico? Na verdade, não conhecemos ao certo a origem deste misterioso símbolo. Nem estávamos preocupados com o problema, até que ele começou a entrar no nosso dia-a-dia e foi preciso arranjar-lhe uma designação.

A princípio, os portugueses chamavam-lhe «caracol», «macaco» ou outro nome claramente inventado. Depois, houve quem reparasse que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira dizia tratar-se do símbolo de arroba, pelo que esse nome pegou.

Que terá a arroba a ver com esse sinal? Não se sabe ao certo, mas há pouco mais de um ano, o investigador italiano Giorgio Stabile descobriu um documento veneziano datado de 1536 onde esse símbolo aparecia. Estava aí a representar ânforas, utilizadas como unidades de peso e volume. Posteriormente, num vocabulário Latim-Espanhol de 1492, Stabile encontrou o termo «arroba» como tradução castelhana do latim «amphora». A ânfora e a arroba, concluiu o investigador italiano, estariam na origem da estranha letra retorcida.

Nuno Crato

Ler artigo completo.

Artigo enviado pela colega Paula Peixe

domingo, 14 de março de 2010

Olimpíadas da Química + Etapa Regional

Parabéns ao João Pires , ao Nuno Pereira e ao Bruno Prazeres do 11º C2, pela participação na etapa regional das Olimpíadas da Química + que decorreu ontem no Instituto Superior Técnico.


A avaliar pela foto parecem divertidos!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Olimpíadas da Física - Alunos seleccionados


Parabéns a todos os alunos participantes!

Resultados:

  • 1º - Daniela Jeremias
  • 2º - Ana Farlens
  • 3º - Bruno Prazeres
  • 4º - Inês Pereira
  • 4º - Pedro Mateus
  • 4º - Hugo Araújo
  • 4º - Carlos Palos
  • 4º - Sofia Castro
  • 4º - Gonçalo Cabeceiro
  • 4º - Nuno Pereira
Os três alunos seleccionados irão paricipar na Fase Regional em Lisboa, no dia 24 de Abril.

Mais informações.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Olimpíadas da Física 2010 - Prova de Selecção


A prova de selecção decorrerá no dia11 de Março de 2010 às 15.00h na sala 1.10.

Participa!

Lista de alunos.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Aventura na Suíça - parte 3 ...


Um jantar tipicamente suíço - fondue de queijo, acompanhado por música tradicional. Muito interactivo, os alunos dançaram, tocaram e sopraram... num instrumento tipico alpino.

De manhã outro grande dia - Musée de Croix Rouge, Nações Unidas, Alto Comissariado para os refugiados...

Após um belo e reconfortante almoço seguiu-se uma renhida Caça ao Tesouro na descoberta da Cidade de Genebra.

Amanhã antes de partirmos espera-nos uma aliciante aventura pelo Museu de História Natural.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

E a aventura continua...




Apesar da chuva e do frio, um dia inteiro dedicado à ciência.

Fomos recebidos no CERN por cinco guias fantásticos que nos acompanharam durante o dia inteiro.

De manhã, depois de uma palestra sobre o CERN, visitámos o Centro Atlas e o SM18 .

Seguiu-se um belo repasto na Cantina do CERN e à tarde seguiu-se o Microcosmos, o Centro de Cálculo e o Globe.

Mais uma vez os alunos da Ferreira estiveram à altura - 5 estrelas.

Hoje ainda , espera-nos um jantar tipicamente suíço no Restaurante Edelweiss.

Amanhã mais notícias virão.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Uma aventura na Suíça...


Às 6.00h da manhã, todos responderam à chamada. Nínguém faltou!

Muita emoção e também alguma ansiedade por parte dos pais.

A viagem foi óptima, o grupo teve direito a honras de estado. Todos visitaram o cockpit.

O tempo estava fabuloso e depois de almoço iniciou-se um passeio pela cidade.
O C3 tem sido fantástico... sempre a horas.

Amanhã será o dia da Ciência com visita ao CERN a partir das 8.00h.

Mais notícias virão...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A FERREIRA NO CERN



A minha singela presença

Fará toda a diferença
Entre alunos e professores.
Respeito a vontade de uns,
Respeito a coragem de outros;
Entre a vontade e a coragem
Imerge o sonho e a acção
Realiza-se a tal viagem
Ao centro do coração.

Nunca nada é obstáculo
Onde o sonho comanda a vida!

Cá ficamos a torcer, para que tudo vos corra bem,
Entre ciência e lazer, tal e qual como convém;
Retirem de tudo a lição, aprendam com quem vos dá,
Não se esqueçam que a Escola é o sítio onde se está.


Boa Visita de Estudo!

Ana Paula Cunha
Presidente do Conselho Geral
Escola Secundária Ferreira Dias

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Descubra a Ciência do Amor no Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva


No próximo domingo, 14 de Fevereiro, Dia de S. Valentim, visite o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva com a sua cara-metade e descubra que, afinal, o amor tem muita ciência.

Visite a exposição EXTREMOS Viver no Limite e meça o calor da sua paixão. Observe a pele de quem o abraça como nunca antes a viu e arrisque namorar numa casa no escuro.
Descubra ainda porque é que há beijos que nos tiram o ar.

Mais informações.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Bússola pode estar desregulada Pólo Norte magnético desloca-se a grande velocidade para pólo geográfico


Usar correctamente uma bússola exige uma série de conhecimentos básicos, que vão desde conhecer os pontos cardeais até à declinação magnética do local em que o observador está. O problema é que o pólo magnético da Terra não é um local fixo e à medida que o tempo passa vai-se movimentando, fazendo com que os mapas tenham constantemente de ser actualizados.

A Terra sofre variações magnéticas e, desde há muito tempo, sabemos que o nosso planeta possui dois pólos fixos – Norte e Sul –, mas um grupo de físicos e navegadores diz que não é bem assim. Se por um lado, os pólos geográficos que marcam o eixo de rotação da Terra não se movem ou quase não se verifica, os pólos magnéticos estão em constante movimento, seguindo tudo aquilo que se passa nas entranhas do Mundo.

Mais informações.